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terça-feira, 15 maio, 2012 - 08:41

Toyota lança nova geração do Corolla e Fielder no Japão

Estilo polêmico ficará reservado ao mercado japonês

 

A Toyota oficializou a nova geração dos modelos Corolla e Fielder no Japão. Diferente do modelo vendido no resto do mundo, o sedã ganha desenho próprio, mantendo o porte “compacto” para atender às leis locais. O mesmo se aplica à perua, exclusividade dos nipônicos. Ambos começam a ser vendidos nos próximos dias.

Vendido como Corolla Axio em sua terra natal, o sedã recebeu desenho um tanto polêmico, que lembra inclusive produtos recentes chineses. O excesso de cromados na grade, que “se funde” aos farois, lembra alguns utilitários da Mitsubishi. Há vincos marcantes no capô e nas laterais e superfícies em geral limpas, sem recortes.

Nas laterais, o desenho não tem ousadias, mas mantém o equilíbrio característico dos Corolla. O retrovisor é “encaixado” na porta, como no Honda Fit e no Citroën C4 Pallas. Atrás, o estilo possui visual simples, sem arrojo. O conjunto remete aos antigos Subaru.

Por dentro, o Corolla tenta mesclar modernidade com conservadorismo. O resultado é um painel limpo, com pequenas saídas de ar centrais e difusores circulares simples, como do Volkswagen Gol, nas extremidades. O grande volante passa requinte, assim como os apliques imitando madeira, tão adorados na Ásia. Destacam-se o alto nível de equipamentos, com enorme tela central no painel, a partida por botão e o quadro de instrumentos refinado.

Sob o capô, serão três opções, sendo apenas duas para cada um. Somente o Axio, por exemplo, conta com o 1.3 16v de 95 cv. Já a Corolla Fielder tem como exclusividade o 1.8 16v de 140 cv. O intermediário é o 1.5 16v de 109 cv, com opção de tração nas quatro rodas (4WD). Os dois mais fortes têm transmissão continuamente variálvel (CVT) opcional.

COROLLA E FIELDER

No passado, o Corolla era o mesmo produto em todo o mundo, recebendo alterações visuais e mecânicas para se adequar aos gostos de cada região. No entanto, com o crescimento da nova geração, vendida no Brasil há anos e reestilizada em 2011, o modelo teve de ganhar identidade própria na terra do sol nascente, para não recolher mais impostos – as alíquotas por lá são recolhidas de acordo com a área ocupada pelo automóvel. Por isso não tivemos, inclusive, a substituta da Fielder.

 

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