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segunda-feira, 22 fevereiro, 2010 - 17:09

Sedãs médios a menos de 60 mil?

O AutoDiário reuniu os principais modelos em um comparativo e pode te ajudar

 

ford focus sedan

Cansou da falta de espaço e acabamento de seu sedã pequeno? Quer chamar mais atenção na porta do restaurante da moda? Tudo isso sem gastar mais de 60 mil reais? Parodiando os comediantes globais – seus problemas acabaram! Reunimos os principais sedãs médios dessa categoria em um comparativo. Alguns parâmetros nortearam esse comparativo: o preço não poderia ultrapassar a casa dos 60 mil reais e todos os carros deveriam ter ao menos ar, direção e trio, rádio, airbag duplo e rodas de liga leve. O câmbio escolhido foi o manual, mesmo que alguns tenham como opção o automático. Desta forma há algum equilíbrio entre segurança, conforto e status que pode se esperar num carro dessa faixa.

Colocamos no ringue todos nove os modelos disponíveis: Chevrolet Vectra Elegance 2.0, Fiat Linea HLX 1.9, Ford Focus Sedan GLX 1.6, Honda City LX 1.5, Nissan Sentra S 2.0, Kia Cerato 1.6, Peugeot 307 Sedan Presence Pack 1.6, Renault Mégane Dynamique 1.6 e Volkswagen Bora 2.0. Alguns ultrapassam o preço de tabela acima do limite, mas podem ser encontrados com descontos nos grandes centros do Brasil. Vamos à briga.

9º lugar – Volkswagen Bora 2.0 TotalFlex

O Bora é um carro cheio de atributos, mas acabou estacionando no último lugar. Por quê? Apesar de gostoso de dirigir como o Golf, bem acabado e com um preço justo (dá para achar por menos de 53 mil reais), tem um visual datado. Chegou ao Brasil no começo de 2001 como uma opção requintada ao Santana, sempre importado do México. Nunca foi um sucesso de vendas, amargando as últimas posições da tabela. Em 2005, sofreu uma pequena modificação e ganhou um preço mais agressivo. Ressuscitou nas vendas, mas nada muito expressivo. Na virada de 2007, para 2008, ganhou uma reestilização frontal e traseira (com ares chineses) e ameaçou um sucesso. Só ameaçou. O que isso significa? Uma revenda fraquíssima. Internamente, conta com o ótimo acabamento do Golf, um quadro de instrumentos vistoso, ar digital que, apesar de antigo, ainda agrada, além do belo volante do Passat CC e do som Double-din, com entrada para iPod. O espaço traseiro é um pouco abaixo da média e a capacidade de carga é boa. Mecanicamente, conta com um motor 2.0 (derivado da linha AP) que rende bem, apesar da baixa potência perto de alguns concorrentes (120 cavalos com álcool) e uma suspensão correta, sem contar na ótima relação entre direção, motor e câmbio, gerando uma condução prazerosa. Apesar dos bons atributos, o Bora hoje ocupa a vaga de seu antecessor Santana: uma compra tradicional. A compra certa pra quem busca um bom carro, mas não quer chamar atenção.

8º lugar – Renault Mégane Dynamique 1.6 16v Hi-Flex

Se existisse um prêmio para carro injustiçado, este aqui estaria entre os 3 primeiros. O Mégane começou sua carreira cedo, em idos de 1998, com a carroceria inaugurada três anos antes, na Europa. Com um design controverso e uma confiabilidade mecânica polêmica, não chegou a fazer sucesso. Continuou com a mesma carroceria (e as mesmas vendas) até fim de 2005, quando ganhou uma geração completamente nova, lançada aqui também com três anos de atraso. Acabou por não fazer sucesso novamente, apesar das qualidades dinâmicas, do design bem resolvido e do interior transado. Em 2006 ganhou a versão 2.0 (até hoje somente a gasolina) com um ótimo câmbio de seis marchas (usado nos Nissans) e a opção automática ProActive de 4 marchas, elogiado pela crítica. Em 2008, ganhou um facelift básico e uma versão mais cara, a Privilége, que saiu de cena poucos meses depois.

A versão escolhida para este teste é a intermediária Dynamique com motor 1.6 que pode ser encontrada com um bom preço (na faixa dos 52 mil reais em alguns concessionários). Vem recheada: além dos itens primordiais para o teste, conta com freios com assistência eletrônica (EBD), som com comando no volante, além do bonito cartão de visitas, com o perdão do trocadilho: a chave-cartão. A mecânica é elogiável, apesar do desempenho razoável. O espaço interno é bom e o porta-malas, excelente. Sua capacidade não é atrapalhada pelas hastes, que são pantográficas, como no Vectra e no Focus, por exemplo. Entretanto, vai mudar em breve e não é tão bom de revenda. Por essas, e outras, o Mégane fica na penúltima colocação.

7º lugar – Honda City LX 1.5 16v Flex

O pequeno Honda se estivesse competindo com seus concorrentes de tamanho (Polo Sedan, 207 Passion e Siena HLX) ganharia de lavada, independente do preço, alto até para esta categoria. Todavia, como compete com gente grande, como Vectra e 307, o City fica mais embaixo na tabela. Concebido para ser um sedan compacto, mas devido ao posicionamento de preço da Honda, ele concorre como médio. Partindo de 57 mil reais (tabela) e encontrado por 54, o City LX é fraco no quesito custo/benefício. Não vem com ABS, seu tamanho é reduzido (apesar do bom aproveitamento de espaço), seu motor não combina com a categoria, mesmo que puxe muito bem os 1122 quilos do carro. Então por que está à frente de outros bons e maiores carros? Por alguns fatores. Primeiro, o design do City, apesar de destinado a países emergentes, é sedutor. Linhas bem resolvidas e harmônicas, além de atuais (lançado há menos de um ano). Sua garantia é de três anos, contra um do Bora. Por ser Honda, creditam-se muitos bons aspectos ao carro, garantindo-o uma ótima revenda e valorização, como a do irmão maior, Civic. Seu porta-malas é suficientemente espaçoso, maior que o de carros como Cerato e até do já falado Civic. O acabamento é bom, como manda a cartilha dos japoneses: sem mimos, mas muito bem feito. Destaque para a direção elétrica, levíssima em manobras, porém justa em velocidades mais altas. O consumo só perde para o Cerato, que só anda a gasolina, por enquanto. Ao rodar, temos um comportamento agradável, tendendo para o conforto. Fazendo uma comparação interna, o City é o tradicional e o Civic o arrojado. Desempenho: andou na frente de modelos com motorização bem maior, como Vectra (2.0) e Linea (1.9). Portanto, se você não precisa de tanta pompa e espaço, deseja um modelo confiável, razoavelmente econômico e não tem dinheiro contado, encontrará no City uma boa escolha.

6º lugar – Fiat Linea HLX 1.9 16v Flex

A Fiat tem uma relação estranha com sedãs médios. Seu primeiro modelo foi o Tempra que chegou a fazer bastante sucesso, entretanto teve sua carreira manchada por problemas de qualidade nos primeiros modelos (até 93). O segundo foi o Marea, com mecânica moderna, porém inadequada aos gostos e padrões brasileiros. Resultado? Fim de carreira triste, com dificuldades na revenda, etc. Ao conceber o Linea, a Fiat queria corrigir os problemas do passado. Investiu em um motor de concepção moderna, porém simples e sem o "algo mais", o 1.9 de 132 cavalos (álcool). Apesar de moderno, é fraco em baixas rotações, ruidoso e um pouco gastão. A carroceria partiu de um compacto, portanto perdendo em espaço, comportamento dinâmico e de rodagem. Destinado a países emergentes, o Linea agrada em termos de design. Seu desenho é limpo e atraente. O porta-malas é bom e também conta com braços pantográficos. Internamente, ele conta com um acabamento bom, um pacote convidativo de equipamentos (rádio com controle no volante, computador de bordo, por exemplo), espaço abaixo da média (apenas na largura, frise-se) e uma posição de dirigir que veste o motorista, convidando o motorista a dirigir de modo esportivo. Ele vem de série com os itens já citados, mais rodas de liga leve, duplo airbag e ABS. A lista de opcionais é extensa e conta com kits interessantes, como o Essence, que traz rodas maiores, ar digital, entre outros itens. Mas aí já ultrapassa nosso orçamento. O modelo HLX "básico" é encontrado por menos de 56 mil reais. Entre prós e contras, o Linea estaciona no meio, por isso ficando no meio da tabela.

5º lugar – Chevrolet Vectra Elegance 2.0 FlexPower

Dos modelos encontrados neste comparativo, o Vectra pode ser considerado o mais tradicional. Seu público prefere o confiável ao arrojado e valoriza tamanho e espaço, do que tecnologia e modernidade. Sua carreira no Brasil é um mix de muito e de falta de sucesso. Sua primeira geração teve venda inexpressiva, devida a alto preço: muito longe do Monza e muito perto do Omega. Já a segunda, bateu recordes e ocupou as primeiras posições do ranking durante um bom tempo. Com o fortalecimento dos japoneses, o Vectra ficou restrito a um público mais seleto e tradicional. Isso, até 2006, quando ganhou uma nova geração baseada no Astra Sedan. A troca da base foi um pecado para alguns, que consideravam a plataforma do Vectra B sensacional (e realmente era). Entretanto, a reforma em cima da base do Astra foi produtiva: o desenho ficou muito atrativo, o espaço, que já era bom no Astra, ficou melhor, assim como o porta-malas. O acabamento teve uma queda, assim como toda a linha GM. Lançado em duas versões, Elegance 2.0 e Elite 2.4, o novo Vectra fez sucesso, mas foi perdendo espaço com a renovação do segmento. O modelo atual, renovado em fins de 2008, na versão Elegance, tem certo requinte: ar digital, airbag duplo, rádio mp3, rodas de liga leve e um visual atraente. Encontrado por menos de 57 mil reais, ele vem com o conhecido motor 2.0, renovado junto com visual, que rende agora 140 cavalos no álcool. O desempenho em baixa agrada, chegando a empolgar, mas depois de três mil RPMs fica mais "calmo". O seguro é baixo, apesar de ser visado para roubo nas grandes capitais, e o consumo, por incrível que pareça, é na média da categoria. O comportamento dele assemelha-se ao Astra: confortável, tendendo para o "mole". No final das contas, é um carro confiável e tradicional, como havíamos falado. Quem comprar um, não se decepcionará. Mas, há opções melhores.

4º lugar - Peugeot 307 Sedan Presence Pack 1.6 16v Flex

Beleza é fundamental. Há quem discorde, mas em relação ao mundo dos sedãs médios, não tem como discordar. Se o público não vai com a cara de um carro, não há equipamento de sobra ou preço bom que faça o carro vender. E é essa pode ser a realidade do 307: o sempre criticado desenho da traseira pode ter influenciado nas vendas - não emplaca mais de 300 unidades por mês, desde seu lançamento. O hatch sempre teve vendas mais expressivas, mesmo com o apoio da Peugeot. Apesar de mudar em breve e de já ter uma outra geração rodando na Europa, ainda vale a pena levar o 307. A versão de entrada, a Presence, sai de fábrica com computador de bordo, trio elétrico, airbag e ABS e é encontrada por 49 mil reais, já em modelo 2010. A escolhida para este comparativo é a Presence Pack, intermediária que, por 53.900 reais (é possível barganhar um pequeno desconto), leva-se para casa tudo o que a de entrada traz mais vidros elétricos traseiros, rodas de liga leve aro 16 (dão outro ar ao carro), rádio CD com comando no volante e teto-solar, raridade no segmento mesmo nas versões mais caras. O acabamento é primoroso, com materiais emborrachados no painel e tecido nas colunas, além de um quadro de instrumentos bastante claro. Graças ao teto alto e à boa largura, o espaço é semelhante ao de uma minivan (exceto para ocupantes do banco traseiro acima de 1,80m). O porta-malas ultrapassa os 500 litros com braços/hastes pantográficas. O motor é o velho 1.6 16v da PSA, que garante um desempenho apenas razoável. Na cidade, trocando-se marchas, nem se nota, mas na estrada pede-se o bom propulsor 2.0 de 151 cavalos, infelizmente só oferecido com a caixa automática de 4 marchas (um 2.0 manual seria perfeito). Com câmbio curto, o consumo e o nível de ruído são um pouco altos, mas nada que atrapalhe a satisfação dos donos do 307 Sedan. Apesar de vender pouco, mudar em breve, o bom acabamento, o ótimo espaço e o excelente custo/benefício, faz ainda valer a pena comprar o Peugeot.

3º lugar – Nissan Sentra S 2.0 16v FlexFuel

Motor de 142 cavalos, bom acabamento, espaço acima da média, garantia de 3 anos em um carro confortável por menos de 55 mil reais? Sim, estamos falando do Sentra que não está entre os lideres da categoria, apesar dos bons atributos. Sua versão de entrada, a 2.0, é encontrada por 51 mil reais, mas não traz rodas de liga leve. A S vem com rodas, rádio com entrada para MP3, além dos airbags, do ABS com EBD, da direção elétrica e do ar condicionado (infelizmente, digital somente na SL, versão topo de gama), tudo isso na faixa dos 54 mil reais, já em modelo fabricado em 2010. O carro é vendido nos Estados Unidos e é fabricado no México e vem para cá sem imposto de importação, isto é, o nível de qualidade é alto. Peças justas, acabamento clarinho, volante forrado em couro, bancos em veludo, resumindo: o ambiente interno do Sentra é agradabilíssimo. Mecanicamente, o Sentra conta com câmbio manual de seis marchas, um motor 2.0, 16v, de 143 cavalos (álcool), acoplados a uma suspensão com calibragem voltada para o conforto, conforme pede o consumidor norte-americano. O Sentra peca por não oferecer freios a disco traseiros, mas nada muito alarmante. Nível de ruído e consumo na média da categoria. O porta-malas pode ser considerado pequeno, mas vem com um recurso interessante: possui um compartimento "secreto". Com poucos defeitos e ótimos atributos, na ponta do lápis, o Sentra, além de ser um bom carro, é uma boa compra.

2º lugar – Kia Cerato 1.6 16v

Esqueca tudo o que você pensava da antiga geração do Cerato. Hoje o ponto-forte do Cerato é o design. É moderno como o Civic, conservador como o Corolla e harmônico como o Linea. O desenho partiu de um ex-projetista da Audi e segue a nova tendência da Kia que vem produzindo bons resultados, como o novo Sorento. Mecanicamente, o Kia também surpreende: apesar de não ser Flex, o motor 1.6 16v do Cerato rende ótimos 126 cavalos (mais até que o 2.0 da VW), o que o faz andar junto com Vectra e Sentra, ambos motorizados com um "grande" 2.0. Além de andar, o Cerato não faz barulho e não bebe muito. A suspensão é justa: não mole como Vectra e Sentra, nem tão duro e esportivo como o 307. O interior apresenta um bom acabamento, com materiais de boa qualidade e arremates bem feitos, um quadro de instrumentos vistoso, mesclando tons de preto e cinza claro, criando um ambiente agradável. O espaço é mediano, porém encontra-se na frente de Linea e City. O pacote de equipamentos é atraente: o modelo intermediário, que é encontrado por 53.500 reais, vem com rodas aro 16, rádio com entrada para MP3 e controle no volante, ar digital, Airbags, ABS e computador de bordo. Todavia, comete pequenos erros: vidros "one-touch" somente para o motorista e os bancos possuem revestimento simples, além do fato das primeiras unidades terem vindo sem forração das portas, como no irmão Soul. Por fim, fica impressão de um ótimo carro e uma bela compra. É cobrado ágio em algumas cidades do país e há fila de espera, por conta do baixo número de unidades importadas da Coréia do Sul. Para fechar com chave de ouro, há longos 5 anos de garantia total. É tentador, mas existe o Focus.

1º lugar – Ford Focus Sedan GLX 1.6 Flex

Sabe aquela menina bonita, porém inexpressiva que do nada se torna linda e atraente? Então, essa menina é o Focus. A metáfora serve também para o Hatch, mas como estamos falando de sedãs, será com ele. Antes da mudança de geração, o Focus sempre foi um bom carro. Com bom acabamento, ótima suspensão e preço justo, não tinha vendas expressivas. Ao mudar, passou a ganhar não só comparativos, mas finalmente tem a atenção da Ford, que parecia que só queria vender Fiesta e EcoSport. Soma-se isso a um ótimo conjunto mecânico (motor 1.6 moderno e razoavelmente potente, câmbio justo e preciso e uma suspensão independente multilink na traseira), que garante uma dirigibilidade difícil de superar, um bom acabamento, preço justo e um design harmônico, porém conservador (sem os ângulos vivos do modelo anterior) e pronto: eis o devorador da concorrência. Ainda mais agora que acaba de ganhar versão mais barata e na iminência de ver seu motor 2.0 receber álcool.

O modelo básico sai de fábrica com airbag duplo, rodas de liga leve, rádio Double-din Visteon (infelizmente não o belíssimo Sony dos modelos 2.0 até 2009), e mais outros itens por 50 mil reais. O modelo do teste é o GLX "nível 2", com vidro elétrico traseiro, freios ABS com assistência eletrônica (EBD), tudo isso por 54400 reais. Desempenho está na média da categoria. O conforto é bom, com razoável espaço e bom acabamento. O quadro de instrumentos esbanja modernidade, mas sem romper com o tradicionalismo. Botões são justos e o bater de portas é um dos melhores da categoria. Tudo muito bem feito. Peca em não oferecer muito luxo, mas não chega a ser simples, muito menos pobre. Para quem vem de um Fiesta Sedan, o Focus parece um Rolls Royce. O espaço é garantido, graças a uma boa largura e altura, assim como o porta-malas, com mais de 500 litros de capacidade e braços pantográficos. O seguro está na média, assim como o consumo. Mas o forte do Focus é a relação direção/diversão. Até nessa versão "mansa", dirigi-lo é divertido. Ele e o Honda Civic poderiam ser usados contra a monotonia. Enfrenta buracos e curvas como se não fosse com ele. O 2.0 Flex vem para fechar o caixão dos concorrentes.

Veredicto

Para quem quer sair do mundo dos compactos, as propostas acima são mais do que tentadoras. Ainda mais agora no final do período do IPI baixo. Todos os carros acima tem atributos para agradar os compradores, já que o comparativo foi dirigido para quem quer "subir de nível". Entre os modelos comparados, há aqueles que valerão mais os centavos despendidos na compra, como é o caso dos dois primeiros, Cerato e Focus, que chegam a ameaçar carros maiores em termos de custo/benefício. Boas compras!

Ficha técnica:

Volkswagen Bora 2.0 TotalFlex
Preço (tabela\mercado) > R$ 55.147 / 53.000
Potência e torque > 116 / 120 cv @ 5.200 rpm (G/A) e 17,7 /18,4 kgfm @ 2400 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1256 kg / 455L
Garantia > 1 ano

Renault Mégane Dynamique 1.6 16v Hi-Flex
Preço (tabela\mercado) > R$ 54.990 / 54.990
Potência e torque >  110 / 115 cv  @ 5.750 rpm (G/A) e  15,2 / 16,0 mkgf @ 3.750 rpm (G/A )
Peso e capacidade do porta-malas > 1285 kg / 520L
Garantia > 3 anos

Honda City LX 1.5 16v Flex
Preço (tabela\mercado) > R$ 57.420 / 53.500
Potência e torque > 115 / 116 cv  @ 6.000 rpm (G/A) e 14,8 kgmf @ 4.000 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1122 kg / 506L
Garantia > 3 anos

Fiat Linea HLX 1.9 16v Flex
Preço (tabela\mercado) > R$ 58.060 / 56.500
Potência e torque > 130/132 cv @ 5.750 rpm (G/A) e 18,1 /18,6 kgmf @ 4500 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1354 kg / 500L
Garantia > 3 anos

Chevrolet Vectra Elegance 2.0 FlexPower
Preço (tabela\mercado) > R$ 62.182 / 57.000
Potência e torque > 133/140 cv @ 5600 rpm (G/A) e 18,9 / 19,7 mkgf  @ 2600 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1308 kg / 526L
Garantia > 3 anos

Peugeot 307 Sedan Presence Pack 1.6 16v Flex
Preço (tabela\mercado) > R$ 53.900 / 53.900
Potência e torque > 110 / 113 cv @ 5.600 rpm (G/A) e 14,2 / 15,5 kgmf @ 4.000 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1363 kg / 515L
Garantia > 1 ano

Nissan Sentra S 2.0 16v Flexfuel
Preço (tabela\mercado) > R$ 58.990 / 55.990
Potência e torque > 143 cv @ 5.200 rpm (G/A) e 20,3 Kgfm @ 4.800 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1359 kg / 442L
Garantia > 3 anos

Kia Cerato 1.6 16v
Preço (tabela\mercado) > R$ 53.500 / 55.000
Potência e torque > 126 cv @ 6.300 rpm / 15,9kgmf a 4.200 rpm (G)
Peso e capacidade do porta-malas > 1223 kg / 415L
Garantia > 5 anos

Ford Focus Sedan GLX 1.6 Flex
Preço (tabela\mercado) > R$ 54.400 / 55.000
Potência e torque >  109 cv @ 6.250 rpm/ 115 cv @ 5.500 rpm (G/A) e 15,4 / 16,3 kgmf @ 4250 rpm (G/A)
Peso e capacidade do porta-malas > 1320kg / 526L
Garantia > 3 anos

TEXTO E PESQUISA: BRUNO SPONCHIADO VIEIRA

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